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A Polícia Federal revelou uma operação interna na Agência Brasileira de Inteligência (Abin), conhecida como "Operação Portaria 157", que objetivava relacionar ministros do Supremo Tribunal Federal a atividades criminosas. Esta ação é parte de uma investigação maior que aponta o uso indevido da Abin para monitorar ilicitamente alvos políticos durante o governo de Jair Bolsonaro. A Procuradoria-Geral da República (PGR) e a PF forneceram informações cruciais que indicam tentativas de ligar os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
Inicialmente, a operação visava obter informações sobre uma ONG, sob a suspeita de conexão com o PCC. Contudo, a PF descobriu que o verdadeiro intuito da operação era político, evidenciando uma manipulação da Abin. Documentos obtidos pela PF mostram tentativas de associar figuras políticas e ministros do STF ao PCC, evidenciando um desvirtuamento grave das funções da agência.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a Operação Vigilância Aproximada, que resultou em 21 mandados de busca e apreensão. Entre os alvos estava o ex-diretor-geral da Abin, Alexandre Ramagem, deputado federal pelo PL-RJ. Durante seu mandato na Abin, Ramagem teria autorizado investigações sem respaldo judicial.
Além de Ramagem, outros policiais federais foram alvos da operação, suspeitos de integrar uma organização criminosa que usou a Abin para monitorar ilegalmente a localização de diversas figuras públicas. Esta revelação marca um episódio de abuso de poder e instrumentalização da inteligência nacional para fins políticos, condenável sob a administração atual do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Com informações do Metrópoles
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