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Na recente operação "Vigilância Aproximada", conduzida pela Polícia Federal, o foco se volta para Alexandre Ramagem, deputado federal pelo PL-RJ, gerando inquietação entre apoiadores do ex-presidente Bolsonaro, como aponta a jornalista Andreia Sadi do jornal O Globo.
A operação investiga a utilização indevida da ferramenta de espionagem FirstMile pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro, especialmente sob a gestão de Ramagem, notório por sua proximidade com a família Bolsonaro. As ações apontam para o monitoramento ilegal de autoridades e cidadãos, levantando suspeitas de que Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, possa ser o próximo alvo.
Valdemar Costa Neto, presidente do PL, denuncia a operação como uma perseguição ao partido e ao ex-presidente Bolsonaro. Critica também a atuação da PF nos gabinetes parlamentares e a postura do presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco, por não demonstrar autoridade suficiente, insinuando a necessidade de um processo de impeachment contra Alexandre de Moraes.
A situação gera dúvidas sobre o impacto nas pretensões políticas de Ramagem, especificamente em sua candidatura à Prefeitura do Rio de Janeiro. Contudo, Valdemar descarta qualquer efeito negativo, atribuindo a situação a uma "pura perseguição" e até considera que isso pode favorecer Ramagem nas eleições municipais.
Com informações do Brasil 247
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