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A recente operação "Vigilância Aproximada" da Polícia Federal, direcionada principalmente ao deputado e ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem (PL-RJ), revelou profundas irregularidades na administração de Bolsonaro. Esta operação, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes do STF, desvendou a existência de uma "Abin paralela", utilizada para espionar opositores políticos e proteger aliados do ex-presidente. Ramagem, após a operação, foi excluído dos grupos de WhatsApp de parlamentares, numa tentativa de impedir que a PF tivesse acesso às conversas.

A operação abrangeu 21 mandados de busca e apreensão, resultando na suspensão de sete policiais federais. As investigações apontam que, sob a direção de Ramagem, a Abin foi instrumentalizada para fins pessoais e políticos, incluindo a produção de relatórios para defender Flávio Bolsonaro em acusações criminais. O alcance da operação ilícita se estendeu até o monitoramento do ex-governador do Ceará, Camilo Santana (PT), e a interferência em investigações policiais.
Essas revelações colocam em xeque a integridade do governo Bolsonaro, expondo uma rede de espionagem e manipulação política que contraria os princípios democráticos. A decisão de Moraes confirma o uso ilegal da Abin e implicações graves para os envolvidos.
Com informações da Revista Fórum
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