693 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O pastor Anderson Silva, conhecido por suas declarações nada cristãs e até criminosas, está sob o foco da Polícia Federal após fazer comentários ameaçadores contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Silva revelou ter recebido duas chamadas da PF, relacionadas à sua participação em um podcast com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-RJ).
No podcast, o pastor fez uso de expressões agressivas, clamando por ações divinas contra o presidente Lula, como "Senhor, arrebenta a mandíbula do Lula" e "prostra enfermos os ministros do STF". Estas declarações geraram preocupação e provocaram a atenção das autoridades.
No vídeo, Silva argumenta que as ações da Polícia Federal são uma forma de perseguição política contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, desviando a atenção de sua própria conduta. Ele ressaltou a educação e a solicitude dos agentes da PF durante as ligações, mas manteve sua postura defensiva, insinuando que as investigações têm motivações políticas.
Essa situação levanta questões importantes sobre a liberdade de expressão e a responsabilidade de líderes religiosos em suas declarações públicas, especialmente em contextos políticos sensíveis. As afirmações de Silva refletem a polarização política e a tensão existente no Brasil atual, onde discursos inflamados e controversos têm ganhado espaço no cenário público.
Acompanha-se com atenção os desdobramentos desta situação, que coloca em evidência o papel dos líderes religiosos na política e as consequências de suas palavras no ambiente social e político do país.
Veja o perfil no Instagram:
ATENÇÃO: Ao lado do Nikolas Ferreira, pastor bolsonarista diz que os evangélicos têm que pedir a Deus para matar os seus inimigos, quebrar a mandíbula do Lula e prostrar enfermidades nos ministros do STF. Segundo ele, se tiverem fé, tudo isso vai acontecer. Eu peço a ajuda de vcs… pic.twitter.com/spXolLyuCG
— Vinicios Betiol (@vinicios_betiol) June 16, 2023