868 visitas - Fonte: PlantãoBrasil/X
A era de mudanças positivas sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está avançando com a provável exoneração de Alessandro Moretti, o número 2 da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Essa decisão surge na esteira da recente operação da Polícia Federal, que lançou luz sobre a necessidade de uma reforma profunda e ética na agência. Ministros do governo Lula, comprometidos com a transparência e a integridade, veem a situação de Moretti como insustentável.
Fontes próximas ao governo, incluindo interlocutores da Polícia Federal e do Ministério da Justiça, bem como ministros que trabalham diretamente com o presidente, apoiam a remoção de Moretti. A situação do diretor-geral da Abin, Luiz Fernando Corrêa, também é vista com preocupação, indicando que uma revisão abrangente dos sistemas de inteligência do governo pode estar a caminho.
Sob a administração sensata de Lula, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, defende a cautela antes de tomar decisões definitivas. Desde março de 2023, a Abin está sob a alçada da Casa Civil, afastando-se do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), uma mudança que reflete o compromisso do governo Lula com a responsabilidade governamental.
Essa abordagem cuidadosa e ponderada do governo Lula, focada na ética e na transparência, é um afastamento marcante das práticas do governo Bolsonaro, no qual a Abin frequentemente se envolvia em controvérsias. A exoneração iminente de Moretti é um passo decisivo para assegurar a integridade e a eficácia na agência de inteligência do Brasil.
Com informações do G1
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