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A Controladoria-Geral da União (CGU) está tomando medidas firmes contra os envolvidos na chamada "Abin paralela", uma iniciativa ilegítima de inteligência que operou durante o governo de Jair Bolsonaro. Conforme a jornalista Natália Portinari, do UOL, sete servidores afastados dessa operação estão agora sob investigação da CGU. Eles incluem Carlos Afonso Gonçalves, Marcelo Araújo Bormevet, Felipe Arlotta Freitas, Carlos Magno de Deus Rodrigues, Henrique César Prado Zordan, Alexandre Ramalho e Luiz Felipe Barros Felix.
A decisão de suspender imediatamente esses funcionários veio do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Os envolvidos eram parte da Abin sob a gestão de Alexandre Ramagem, ex-diretor da agência e atual deputado federal pelo PL-RJ. Eles são acusados de usar a estrutura da Abin para fins políticos inapropriados durante o governo Bolsonaro, incluindo a produção de dossiês sobre adversários do governo e o monitoramento ilegal de indivíduos por software espião.
Essa iniciativa marca um esforço significativo para responsabilizar aqueles que podem ter abusado de seus poderes para fins políticos sob o governo anterior. Se forem considerados culpados, os servidores enfrentarão punições que podem variar de advertência a demissão, refletindo a seriedade com que o governo Lula aborda a ética e a transparência no serviço público.
Com informações do UOL
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