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A delação de Ronnie Lessa, assassino confesso de Marielle Franco, exibida no "Fantástico" ontem,
trouxe revelações intrigantes. Lessa afirmou que, em vez de receber dinheiro pelo crime, foi prometido lotes de terreno na Zona Oeste do Rio e o direito de formar uma milícia no local, o que supostamente valeria R$100 milhões. A veracidade dessa promessa é questionável, dado o exagero do valor e a complexidade de lucrar com gatonet na região.
Além disso, é curioso que Lessa se preocupasse com o desaparecimento da arma e do carro do crime, mas não com sua própria fuga. Continuar atuando na região onde a polícia já o conhecia como matador de aluguel, sem exigir pagamento em dinheiro e se refugiar em outro país, é um comportamento estranho para um assassino profissional.
Outro ponto nebuloso é sua moradia no condomínio de luxo Vivendas da Barra, onde ocupava dois imóveis ao lado do então deputado Jair Bolsonaro. Milicianos normalmente vivem nas áreas onde atuam, e é incomum que Lessa, ainda não sendo chefe de milícia, residisse em um endereço tão exclusivo sem levantar suspeitas.
Desde o início das investigações, o delegado Giniton Lages evitou investigar essa proximidade com Bolsonaro, uma decisão suspeita. A hipótese mais plausível é que Lessa se sentia protegido no Rio, especialmente no Vivendas da Barra, talvez por ser vizinho de um político poderoso e apoiador de milicianos.
Com informações do DCM
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