Fato ou FAKE? As MENTIRAS ditas por Bolsonaro no Jornal Nacional

Portal Plantão Brasil
29/8/2018 16:12

Fato ou FAKE? As MENTIRAS ditas por Bolsonaro no Jornal Nacional

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A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações de Jair Bolsonaro. Leia:







"Estavam discutindo ali, comemorando o lançamento de um material para combater a homofobia, que passou a ser conhecido como ’kit gay’. Entre esse material, estava esse livro [Aparelho Sexual e Cia - Um guia inusitado para crianças descoladas]. Se bem que na biblioteca das escolas públicas tem"







#FAKE: O livro "Aparelho Sexual e Cia - Um guia inusitado para crianças descoladas", do suíço Phillipe Chappuis, publicado no Brasil pela Companhia das Letras, não fez parte do projeto conhecido como "kit gay".



O kit fazia parte do projeto Escola sem Homofobia, que por sua vez estava dentro do programa Brasil sem Homofogia, do governo federal em 2004. Era voltado para a formação de educadores, e não tinha previsão de distribuição do material para alunos. O programa não chegou a ser colocado em prática.



Elaborado por profissionais de educação, gestores e representantes da sociedade civil, o kit era composto de um caderno, uma série de seis boletins, cartaz, cartas de apresentação para os gestores e educadores e três vídeos.



O Ministério da Educação (MEC) informou que não produziu, comprou ou distribuiu o livro "Aparelho Sexual e Cia" e ele não fez parte do Programa Nacional do Livro Didático. Mas as redes estadual e municipal de ensino podem adotar outros livros que acharem convenientes, de forma independente, sem consultar o ministério.



O Ministério da Cultura (MinC) informou que comprou 28 exemplares do livro, em 2011, dentro do Programa Livro Aberto, que não tem relação com bibliotecas escolares. O programa tinha como meta zerar o número de cidades sem bibliotecas.



“Mantive a minha linha em Brasília, inclusive citado no Mensalão por Joaquim Barbosa como o único deputado da base aliada que não foi comprado pelo PT”



A citação do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa sobre Bolsonaro se referiu a uma votação específica que aconteceu em outubro de 2003, e não a todo o esquema do mensalão do PT.



Durante o seu voto no julgamento, Barbosa citou a votação da Lei de Falências para exemplificar a compra de votos no Congresso. Ele afirmou que “os líderes dos quatro partidos cujos principais parlamentares receberam recursos em espécie do Partido dos Trabalhadores orientaram suas bancadas a aprovar o projeto” e que “somente o sr. Jair Bolsonaro, do PTB, votou contra a aprovação da referida lei”. “Todos os demais votaram no sentido orientado pelo líder do governo e do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados”, disse, na ocasião.



O ex-ministro afirmou, porém, que “vários parlamentares do PT também desobedeceram à orientação da liderança do partido e do governo e votaram contra a subemenda em referência”.



“Eu fui o único a votar contra [a PEC das Domésticas] em dois turnos”



Nenhum deputado votou contra a PEC das Domésticas nos dois turnos de votação no plenário da Câmara. No 1º turno, em 21 de novembro de 2012, Bolsonaro estava ausente e não participou da votação da proposta. Naquela vez, apenas os deputados Roberto Balestra (PP-GO) e Zé Vieira (PR-MA) foram contra a PEC.



No 2º turno, em 4 de dezembro de 2012, dois deputados se posicionaram contra a proposta: o deputado Vanderlei Siraque (PT-SP) e o candidato a presidente pelo PSL, deputado Jair Bolsonaro, então filiado ao PP do Rio de Janeiro.



A PEC 478 de 2010 ampliava os direitos trabalhistas de domésticas, babás, cozinheiras e outros trabalhadores em residências. A proposta foi promulgada em 3 de abril de 2013.



"Em novembro de 2010, estava passando pelos corredores da Câmara e tomei conhecimento que tinha acabado o 9º Seminário LGBT Infantil"



Não ocorreu na Câmara dos Deputados, em novembro de 2010, nenhum evento chamado "9º Seminário LGBT Infantil”.



Em maio de 2012, foi organizado no auditório Nereu Ramos, da Câmara, o "9º Seminário LGBT no Congresso Nacional", um evento realizado anualmente. Naquele ano, foram discutidos os temas "infância e sexualidade".



Idealizador do seminário, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) escreveu no pedido de autorização para organizar o evento que o objetivo era debater com a sociedade civil e o governo federal “sobre a infância e a adolescência de meninos e meninas que sofrem bullying e violência doméstica por escapar dos papéis de gênero definidos pela sociedade".



O lema do seminário foi "Todas as infâncias são esperança”. Especialistas em direito, educação, sexualidade, psicologia e cultura participaram do seminário. Nenhuma criança participou.



"Entre na internet, pegue lá ‘Plano Nacional de Promoção e Cidadania LGBT.’ São 180 itens, entre eles a desconstrução da heteronormatividade, ou seja, estão ensinando em algumas escolas que homem e mulher está errado, pode ser, sim, homem com homem, mulher e mulher"



O Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, produzido pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em 2009, tem 180 itens, mas em nenhum momento menciona que um relacionamento heterossexual, entre homem e mulher, está errado.



"Não, me desculpe, a senhora não ouviu [eu falar que uma mulher deve ganhar menos que um homem]. Eu nunca [disse isso]"



Em entrevista ao programa "SuperPop", da Rede TV, no dia 15 de fevereiro de 2016, Jair Bolsonaro foi perguntado sobre o que ele achava pessoalmente de contratar uma mulher com o mesmo salário de um homem. "Eu não empregaria com o mesmo salário", respondeu.





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