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O segundo ato do Movimento Passe Livre (MPL) contra o aumento da tarifa do transporte público em São Paulo foi marcado novamente pela violência da Polícia Militar contra os manifestantes, nesta quarta-feira (15). Ainda no começo do ato, manifestantes foram alvo de bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha, ferindo inclusive um fotógrafo.
O fotojornalista da Agência Ponte, Daniel Arroyo, levou um tiro de bala de borracha no joelho direito, disparado pela Polícia Militar, quando cobria o ato. Ele foi atendido em um hospital, foi medicado e passa bem.
A polícia impediu que o ato seguisse pelo seu traçado original, pela Avenida Paulista, forçando o trajeto pela rua da Consolação. A dispersão aconteceu duas horas depois, na Praça Roosvelt.
Segundo o Movimento Passe Livre, o ato reuniu cerca de 1.000 pessoas, que criticam os índices de reajuste usados pelos governos municipal e estadual, além de defenderem o fim da cobrança de tarifas para usar o transporte público. O valor atual é de R$ 4,30, reajustados pelo prefeito Bruno Covas e pelo governador João Doria, ambos do PSDB.
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