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"A falta da apresentação de uma justificativa ’plausível’ para os depósitos de R$ 96 mil na conta do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, incomodou integrantes da equipe do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. Neste sábado, 19, Flávio visitou o pai no Palácio da Alvorada. Havia a expectativa de que o parlamentar desse explicações após o encontro", informam Tânia Rodrigues e Eduardo Monteiro, no jornal Estado de S. Paulo. "A demora por uma reação consistente está causando ’grande desconforto’ entre setores do governo. Além do grupo de Moro, militares não escondem o incômodo, apesar de manterem a defesa enfática do presidente. Para eles, esta "não é uma crise do governo", mas há a avaliação de que a repercussão sobre as movimentações atípicas detectadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) pode atingir a imagem do presidente."
Como ministro, Moro teve acesso a toda a investigação e já tem uma pequena ideia do tamanho do escândalo. Os documentos do Coaf mostram apenas movimentações suspeitas, ainda não se investigou o fato de Jair Bolsonaro ter funcionários fantasmas que ganhavam sem trabalhar e outros possíveis crimes da quadrilha.
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