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Após o rompimento de uma barragem em Brumadinho (MG), ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad criticou a escolha de Ricardo Salles para comandar Ministério do Meio Ambiente feita pelo governo Jair Bolsonaro. O crime ambiental deixou pelo menos 9 mortos e mais de 300 desaparecidos.
"Má escolha: o governo errou ao nomear para ministro do Meio Ambiente alguém cujas posições estão na contramão do que o país precisa. Bolsonaro, até ontem, só fala em afrouxar a fiscalização e facilitar o licenciamento. Veremos agora", disse Haddad no Twitter.
"3 anos depois de Mariana, a vez de Brumadinho. Outro rompimento de barragem da Vale. E ainda tem gente que defende que a flexibilização do licenciamento ambiental, o auto-licenciamento das empresas, o enfraquecimento do Ibama, etc, etc", disse.
Salles já criticou o Ibama ao sinalizar que o órgão é uma "fábrica de multas". Ele foi secretário de Meio Ambiente do governo Geraldo Alckmin, em São Paulo e foi acusado de descumprir leis ambientais. Desde 2017, é alvo de ação movida pelo Ministério Público (MP-SP) sob a acusação de mudar ilegalmente o plano de manejo de uma área de proteção ambiental, na Várzea do Rio Tietê, "com a clara intenção de beneficiar setores econômicos".
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