7248 visitas - Fonte: Brasil247
Segundo os bolsonaristas é ficha limpa, Não foi condenado e se foi precisa esperar, colher provas, tem direito ao contraditório, a ampla defesa, Por enquanto é inocente.
Segue a ficha do cidadão de bem defendido pelos procuradores Dallagnol e Carlos F Lima, Que fizeram campanha contra Renan Calheiros e pelo PSL partido do presidente honesto.
“Sobre Davi Alcolumbre (DEM), eleito presidente do Senado da República, algumas informações de utilidade pública nessa thread:
– Responde aos inquéritos Nº 4353 – Crimes eleitorais e Nº 4677 – Crime contra a fé pública, uso de documento falso.
– Suspeito de corrupção passiva na Operação Pororoca no ano de 2004, por fraude em licitações, em inquérito do Supremo Tribunal Federal. A investigação apura o desvio de R$ 103 milhões em obras públicas no Amapá.
– Dos cerca de R$ 2 milhões de doações que Alcolumbre recebeu oficialmente em 2014, R$ 138 mil foram oriundos de doações do grupo JBS.
– Empregou, com recursos públicos, a mulher de um primo, Vânia Alcolumbre, em seu escritório político em Macapá.
– Em outubro de 2017 votou a favor da manutenção do mandato do senador Aécio Neves derrubando decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal no processo onde Aécio é acusado de corrupção e obstrução da justiça por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista.
– Votou a favor da reforma trabalhista, que aniquilou direitos dos trabalhadores brasileiros.
– Por meio da cota para o exercício da atividade parlamentar dos senadores (Ceaps), entre 2015-2018, reembolsou R$ 1,46 milhão de recursos públicos, com divulgação da atividade parlamentar, sobretudo! É o campeão no Senado nesta prática!
– Em 2014, declarou o patrimônio de R$ 585.000,00 para a Justiça Eleitoral. Em 2018 um pouco mais de R$ 770.000,00.
– Em 2017, o desembargador Agostino Silvério, do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP), determinou a quebra do sigilo bancário de uma conta de Rynaldo Antônio Machado, contador da campanha eleitoral do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).
A controvérsia envolve dados extraídos da prestação das eleições 2014, questionando-se inúmeros vícios, como a falsificação de notas fiscais e de documentos públicos, o que teria contribuído para a configuração de abuso de poder econômico e político.
Na mesma acusação, consta a suspeita de que tenha constrangido servidores comissionados da prefeitura de Macapá a apoiá-lo, sob pena de serem demitidos, e do Batalhão de Operações Especiais da PM/AP e do Corpo de Bombeiros Militar, sob pena de transferência para outra unidade.
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