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O novo promotor encarregado da investigação das movimentações financeiras atípicas apontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) em uma conta de Fabrício José Carlos de Queiroz, então assessor de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), tem um histórico de pedidos de prisão relacionados aos movimentos sociais. Em 2013, Luís Otávio Lopes pediu a prisão preventiva de 23 ativistas acusados de depredações durante as manifestações de junho daquele ano.
Na época, a polícia alegou que o grupo se organizava de forma hierárquica e que um dos agrupamentos tinha sido responsável por planejar ataques e produzir armas. O promotor acusou o grupo de formação de quadrilha e pediu a prisão de seus integrantes.
Lopes, atualmente, é titular da 25ª Promotoria de Investigação Penal (PIP), que é tabelar (sucessora) da 24ª PIP, do promotor Cláudio Calo, ou seja, recebe o caso como substituto imediato. Ele vai substituir Calo, que pediu para deixar o caso, depois que foi divulgado que ele fez postagens em redes sociais que indicavam apoio aos Bolsonaro. Enquanto Calo for o titular da 24ª PIP, o procedimento em que ele arguiu o impedimento/suspeição fica na 25ª PIP.
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