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O ’amigo particular de Jair Bolsonaro, Carlos Victor Guerra Nagem, não passou no teste para assumir a gerência-executiva de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobras. Ele havia sido nomeado para o cargo em janeiro pelo presidente da estatal, Roberto Castello Branco. A nota da empresa foi técnica: "apesar de sua sólida formação acadêmica e atuação na área, seu nome não foi aprovado porque ele não possui a experiência requerida em posição gerencial que é necessária à função."
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo informa que "Gerências-executivas são o segundo escalão na hierarquia da estatal, abaixo apenas das diretorias. A vaga que seria ocupada por Nagem está ligada à presidência e tem salário de cerca de R$ 50 mil. Na época da indicação, Castello Branco negou motivação política e disse que o escolhido tinha currículo adequado. Nagem também recebeu o apoio de Bolsonaro, que se manifestou no Twitter."
E acrescenta: "Nagem já se candidatou pelo PSC duas vezes sob a alcunha Capitão Victor, mas não conseguiu votos suficientes para se eleger. Em 2002, disputou vaga de deputado federal pelo Paraná e, em 2016, se candidatou a vereador em Curitiba. Nessa última campanha, recebeu o apoio do atual presidente da República, que aparece em vídeo pedindo votos para aquele que chama de ’amigo particular’."
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