612 visitas - Fonte: Poder 360
Perícia realizada pela Polícia Cientifica do Paraná nas câmeras de segurança do clube onde a festa de aniversário de Marcelo Aloizio Arruda era realizada em 9 de julho de 2022 em Foz do Iguaçu (PR) mostra que o registro dos aparelhos foi apagado 2 dias depois do dia do crime. Segundo a Polícia Científica, não foi possível acessar as imagens.
De acordo com a perícia, às 08h57 da manhã do dia 11 de julho, o comando “limpar” foi utilizado pelo usuário “admin” no aparelho. Com isso não é possível determinar se houve acesso às câmeras de segurança no dia do crime, muito menos quem acessou. Eis a íntegra do laudo da Polícia Científica (10MB).
A informação ajudaria a esclarecer a motivação do crime. De acordo com investigações da Polícia Civil do Paraná, o policial penal Jorge Guaranho estava em um churrasco e viu as imagens das câmeras de segurança do clube onde era realizada a festa, com tema do PT.
Um dos participantes do churrasco tinha acesso aos registros das câmeras pelo seu celular, e tinha o hábito de olhar as imagens para zelar pela segurança do clube, segundo a delegada chefe da Divisão de homicídios, Camila Cecconello.
Ao abrir os registros no celular, pessoas que estavam ao redor viram as imagens, inclusive o policial penal Jorge Guaranho. De acordo com depoimentos, o policial penal tinha ingerido bebida alcoólica no churrasco. “Relatos falam que ele estava bem alterado”, declarou a delegada.
Em 20 de julho, a Justiça do Paraná aceitou a denúncia do Ministério Público contra Guaranho por homicídio duplamente qualificado. Ele denunciado por motivo fútil e por meio que pode resultar em perigo comum.
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