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Além das boas notícias para Lula, a nova pesquisa Ipec traz o grande ponto fraco, a verdadeiro calcanhar de Aquiles do presidente Jair Bolsonaro.
A rejeição crescente é com certeza o maior obstáculo que ele enfrenta na tentativa de diminuir a distância que o separa de Lula.
De acordo com os dados do Ipec, o presidente teve um aumento de quatro pontos na rejeição no intervalo de um mês. Em 15 de agosto, eram 46% de rejeição. Na rodada divulgada ontem, são 50%.
Embora a rejeição de Lula também tenha aumentado no período, indo de 33% a 35%, o ex-presidente lidera as pesquisas e tem um índice menor do que o de seu principal adversário.
Nem o Auxílio Brasil nem a melhora na percepção econômica foram suficientes para fazer Bolsonaro parecer mais aceitável aos olhos dos eleitores.
A poucos dias do primeiro turno, nem a campanha política nem o gasto irresponsável de dinheiro público estão sendo efetivos para diminuir os danos causados pela falta de preparo do presidente para o cargo que ocupa.
A pesquisa Ipec divulgada na noite de ontem ajudou a movimentar as principais campanhas presidenciais. Os números mostraram uma estagnação da corrida ao Palácio do Planalto, mesmo após as manifestações de 7 de setembro. Com 46% das intenções de voto, o time de Lula comemorou inclusive uma oscilação de dois pontos para cima, enquanto o presidente Jair Bolsonaro ficou com os 31% da pesquisa anterior.
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