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No dia da publicação de reportagem mostrando que o secretário de Comunicação da Presidência omitiu ao Planalto informações sobre uma empresa de mídia, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) mudou esquema de segurança habitual e evitou ser questionado por jornalistas.
Na manhã de hoje, quando o presidente saía da porta do Alvorada, os seguranças repentinamente moveram cerca de 20 populares que aguardavam Bolsonaro. Eles os colocaram longe da imprensa. O presidente chegou de carro, mas parou longe dos repórteres.
Ele se dirigiu às pessoas, cumprimentou-as e tirou fotografias. Ao sair, foi direto para o automóvel.
Bolsonaro foi questionado, à distância, sobre as empresas não declaradas do secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten. Não se sabe se o presidente conseguiu ouvir a pergunta. Não houve resposta.
Como revelou o jornal Folha de S.Paulo, o chefe da Secom (Secretaria de Comunicação) possui uma empresa de mídia, a FW Comunicação, que presta serviços a emissoras de televisão. Por causa de seu cargo, é ele quem distribui a verba pública para divulgar publicidade do governo nas emissoras.
Durante a gestão de Wajngarten, o dinheiro público distribuído a pelo menos dois clientes da FW aumentou: a TV Record e a Band.
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