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Partido que elegeu Jair Bolsonaro à presidência em 2018, período em que o então candidato já não demonstrava qualquer apreço pela democracia, o PSL aproveitou para surfar na onda de críticas contra o chefe do Planalto nesta terça-feira 18 por seu ataque de cunho sexual contra a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S.Paulo.
"O PSL preza pela liberdade de imprensa e respeito pelos indivíduos. As agressões contra a jornalista Patrícia Campos Mello são inaceitáveis e merecem o repúdio dos brasileiros de bem. A atitude, além de ofensiva, demonstra pouco apreço pela democracia", postou o partido no Twitter.
Bolsonaro deixou a legenda criando um racha e criando desafetos políticos, como o presidente da sigla, Luciano Bivar. Ele está no processo de criação de um novo partido, Aliança pelo Brasil.

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