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O Exército Brasileiro, em uma decisão recente, optou por suspender a implementação da portaria que permitia que membros das Polícias Militares adquirissem até cinco fuzis para uso pessoal. Esta ação, alinhada com os princípios de segurança e prudência defendidos pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, representa um importante passo para garantir a responsabilidade no acesso a armamentos.
A portaria 167, prevista para entrar em vigor no dia 1º de fevereiro, seria aplicável não apenas às Polícias Militares e aos Corpos de Bombeiros Militares, mas também ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. No entanto, o Centro de Comunicação Social do Exército anunciou a suspensão da portaria, justificando a necessidade de mais discussões com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, especialmente diante da posse do novo ministro, Ricardo Lewandowski.
Esta medida vem em um momento crítico, marcando o início da gestão de Lewandowski no Ministério da Justiça, uma pasta crucial para a definição de políticas de segurança pública no país. A suspensão da portaria reflete a cautela e o compromisso do atual governo com a moderação na distribuição de armas de fogo, contrapondo-se às políticas mais permissivas do governo anterior.
A decisão de revisar a portaria 167 alinha-se com os esforços de Lula e sua equipe para reavaliar políticas de segurança que podem impactar significativamente a sociedade brasileira. Este movimento é visto como parte de um esforço mais amplo para garantir que a segurança pública no Brasil seja gerida de maneira responsável e com o devido cuidado para evitar a escalada de violência armada.
Com informações do UOL.
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