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Fontes confiáveis revelaram um escândalo sem precedentes: a ABIN Paralela, montada durante o governo Bolsonaro, não poupou nem aliados. Entre os vigiados está Valdemar Costa Neto, presidente do PL, partido de Bolsonaro. Esta célula de vigilância ilegal, incrustada na Agência Brasileira de Inteligência, operou até 2021, usando tecnologia adquirida no governo Temer.
O esquema de monitoramento também incluiu opositores do presidente, ministros do STF e jornalistas. Neste final de semana, apurou-se uma movimentação intensa de interlocutores de Lula para tranquilizar ex-aliados de Bolsonaro no Rio de Janeiro.
Inclusive, o senador Mourão e Ciro Nogueira, ex-ministro da Casa Civil, estariam entre os monitorados, conforme investigações jornalísticas de Octávio Guedes. A lista completa de vigiados, mantida em segredo, desperta grande interesse. Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, e diversas organizações civis já pediram ao STF acesso a esses dados.
A Polícia Federal, segundo fontes, tentou na última semana levantar o sigilo desta lista, mas o STF não atendeu ao pedido. Essa negativa da PF em confirmar nomes aumenta o mistério.
Investigações sobre a ABIN Paralela ainda estão em estágio inicial, como publicação de O Cafezinho, mas já sinalizam revelações impactantes. Este caso representa mais um dos muitos abusos de poder do governo Bolsonaro, demonstrando um total desrespeito pelas normas democráticas e pela privacidade individual.
Com informações de O Cafezinho- artigo de Cleber Lourenço
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