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Carlos Bolsonaro, vereador pelo Republicanos-RJ, enfrentou uma dupla adversidade nesta segunda-feira (29): além de ser alvo de uma operação da Polícia Federal que investiga o esquema de espionagem ilegal da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo do seu pai, Jair Bolsonaro, ele também foi removido do grupo de WhatsApp da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A remoção foi realizada pelo presidente da Casa, Carlo Caiado (PSD), sem uma explicação formal aos demais parlamentares.
Este fato, inicialmente reportado pelo colunista Guilherme Amado, do Metrópoles, e posteriormente confirmado pelo Globo, marca um dia de significativas contrariedades para o vereador. Na mesma data, a residência da família Bolsonaro em Angra dos Reis foi vasculhada pela Polícia Federal. Carlos, junto com seu pai e irmãos, estavam presentes no início da operação, mas deixaram o local em uma lancha, retornando apenas algumas horas depois.
A exclusão de Carlos do grupo de WhatsApp da Câmara e a operação da PF contra ele simbolizam um distanciamento crescente e uma crescente reprovação das práticas bolsonaristas, tanto no ambiente político quanto no âmbito legal. Esses eventos reforçam a percepção de isolamento político e de questionamentos legais que cercam a família Bolsonaro.
Com informações do Brasil 247
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