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A Polícia Federal está avaliando a possibilidade de convocar o general Augusto Heleno para depor no inquérito da "Abin Paralela". Conforme informações de Rodrigo Rangel do Metrópoles, Heleno, que atuou como chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) durante o governo Bolsonaro, pode ser intimado em breve para esclarecer seu possível envolvimento nesse esquema de espionagem ilegal.
Essa decisão surge após revelações do falecido ex-ministro Gustavo Bebianno, que, antes de morrer em 2020, afirmou que Heleno sabia dos planos de Carlos Bolsonaro para formar a "Abin Paralela". Este esquema consistia no monitoramento ilegal de críticos e opositores do governo.
Recentemente, tanto Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin, quanto Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, foram alvo de ações da PF relacionadas a essa investigação. Ambos foram sujeitos a mandados de busca e apreensão autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes do STF.
As investigações visam esclarecer a utilização da Abin para fins ilícitos, sob a influência de Carlos Bolsonaro. Este episódio é mais um entre vários que sugerem o uso de órgãos de inteligência para fins políticos no governo anterior.
Enquanto isso, Jair Bolsonaro negou a existência da "Abin Paralela", alegando possuir uma rede de inteligência própria. Ele também acusou Moraes de perseguição política.
A eventual intimação do general Augusto Heleno representa um aprofundamento significativo da investigação, que esclarecerá até que ponto a estrutura estatal foi utilizada para espionagem política durante o governo Bolsonaro.
Com informações do Metrópoles
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