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A operação da Polícia Federal contra Carlos Bolsonaro, investigado por suposta participação em um esquema de espionagem ilegal na Abin durante a gestão de seu pai, Jair Bolsonaro, levanta suspeitas de vazamento. A presença atípica do assessor Edivaldo Souza da Silva no gabinete de Carlos na Câmara dos Vereadores do Rio, durante o recesso parlamentar, despertou a atenção dos investigadores.
O fato de Edivaldo ter comparecido ao local às 7h da manhã, quando apenas funcionários da segurança e limpeza estariam presentes, sugere a possibilidade de um vazamento prévio sobre a operação. Essa circunstância atípica, ocorrendo em um momento em que a Câmara do Rio estava em recesso, reforça as suspeitas de que informações sobre a ação da PF podem ter sido antecipadamente divulgadas.
A investigação visa compreender o alcance e a natureza do suposto esquema de espionagem ilegal, que teria ocorrido sob o governo Bolsonaro, questionando a integridade e os métodos utilizados pela família Bolsonaro durante sua gestão. A situação reforça a necessidade de transparência e ética na política, especialmente no que diz respeito ao uso de órgãos de inteligência do Estado.
A operação da PF contra Carlos Bolsonaro marca mais um capítulo na série de investigações que visam esclarecer as ações duvidosas e potencialmente ilegais durante o governo Bolsonaro. A suspeita de vazamento apenas adiciona mais um elemento de preocupação em um caso já carregado de controvérsias e implicações políticas profundas.
Com informações do Metrópoles
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