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Com a posse do novo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, nesta quinta-feira (1º/2), substituindo Flávio Dino, agora ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), transformações significativas estão ocorrendo na pasta. Segundo uma reportagem do G1, Lewandowski já iniciou uma série de exonerações e nomeações, alterando posições chave do ministério.
A edição matinal do Diário Oficial da União (DOU) revelou a exoneração de Ricardo Cappelli, secretário-executivo do Ministério da Justiça, um cargo de grande influência. Para substituí-lo, Lewandowski escolheu Manoel Carlos de Almeida Neto, um renomado jurista e professor.
Além disso, o Diário Oficial também registrou a exoneração de Diego Galdino de Araújo, secretário-executivo adjunto, cujo sucessor ainda está por ser anunciado. Na Secretaria Nacional de Políticas Penais, Rafael Velasco Brandani deu lugar ao procurador André Garcia, atual secretário de Justiça do Espírito Santo.
Francisco Tadeu Barbosa de Alencar também foi exonerado da Secretaria Nacional de Segurança Pública, com o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mario Luiz Sarrubbo, assumindo o cargo. Por fim, Augusto de Arruda Botelho deixou a Secretaria Nacional de Justiça, com o governo ainda por anunciar seu substituto.
Essas mudanças refletem o compromisso do governo Lula em fortalecer a justiça e a segurança pública no país, priorizando a eficiência e a integridade em um ministério crucial.
Com informações do Brasi 247
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