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A Polícia Federal convocou o general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo Bolsonaro, para prestar depoimento sobre a suspeita Abin paralela. Esta convocação, segundo Bela Megale do O Globo, é baseada em indícios de que Heleno poderia ter recebido relatórios ilegais de monitoramento de adversários políticos. A investigação da PF busca esclarecer o grau de conhecimento e envolvimento do general nas atividades ilícitas da agência de inteligência.
Heleno, que supervisionava a Abin enquanto chefiava o GSI, negou envolvimento nos monitoramentos ilegais e questionou a necessidade de seu depoimento, conforme relatou à jornalista Andrea Sadi do G1. A PF, no entanto, avança nas investigações sobre a suposta espionagem executada pela Abin paralela, que utilizava o software israelense FirstMile para monitorar inimigos do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Mandados de busca e apreensão foram realizados nos últimos dias, tendo como alvos policiais federais ligados à diretoria da Abin no governo anterior, incluindo o ex-diretor Alexandre Ramagem. Além disso, buscas ocorreram nos endereços do vereador Carlos Bolsonaro e seus assessores, suspeitando-se de que Carluxo recebia informações dessa rede ilegal de espionagem.
Com informações do DCM
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