1644 visitas - Fonte: PlantãoBrasil/X
A morte do miliciano Adriano da Nóbrega, ligado ao clã Bolsonaro, vem ganhando contornos cada vez mais sombrios com novas revelações. As recentes imagens divulgadas, mostrando a autópsia de Adriano, indicam que ele pode ter sido morto a tiros disparados de curta distância. Isso reforça as suspeitas de uma possível execução, um método brutal e direto, que lança dúvidas sobre as verdadeiras intenções por trás desse ato.
Adriano, uma figura central nas investigações sobre as milícias no Rio de Janeiro e os esquemas de rachadinha ligados a Flávio Bolsonaro, parece ter encontrado um fim que levanta mais questões do que respostas. O miliciano foi morto em uma ação policial na Bahia, mas as circunstâncias de sua morte continuam a gerar debates e especulações.
A natureza de seus ferimentos, como mostram as fotos, indica que ele pode ter sido morto de maneira a evitar que revelasse informações cruciais, um possível "queima de arquivo". Este episódio se torna ainda mais sombrio quando consideramos os vínculos de Adriano com o clã Bolsonaro, uma família política que tem sido constantemente associada a controvérsias e acusações de corrupção.
Com informações da revista Veja
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