1197 visitas - Fonte: PlantãoBrasil/X
Em meio à turbulência política que ainda assola o Brasil, surge um novo capítulo envolvendo o ex-juiz Sergio Moro, agora sob risco de cassação. Com uma possível eleição suplementar no Paraná, os custos aos cofres públicos podem alcançar até 20 milhões de reais. Roberto Bertholdo, advogado renomado e vítima das arbitrariedades de Moro, defende que o ex-juiz deve ser responsabilizado civilmente pelos prejuízos causados.
Bertholdo, conhecido por sua competência e injustamente perseguido por Moro, salienta a ironia da situação: o homem que se dizia paladino da justiça agora é o protagonista de um cenário que penaliza financeiramente o Brasil. O advogado, que já representou importantes figuras políticas no Paraná, foi alvo de acusações infundadas, orquestradas por Moro e seus aliados, como parte de uma estratégia mais ampla de perseguição política.
Tony Garcia, empresário envolvido no esquema de Moro, confessou à TV 247 que suas alegações contra Bertholdo foram falsas e motivadas por pressões do ex-juiz. As gravações secretas, que supostamente incriminariam Moro em vazamentos de informações sigilosas, permanecem sob guarda de Bertholdo, que promete revelá-las no momento adequado.
Este caso evidencia não apenas a perseguição política de Moro e seus aliados, mas também as profundas cicatrizes deixadas pela Operação Lava Jato na justiça brasileira. A possibilidade de uma nova eleição, gerando um gasto milionário, é mais um exemplo dos efeitos colaterais dessa era de injustiças.
Sérgio Moro está prestes a perder seu mandato de senador em razão do abuso do poder econômico praticado por ele nas eleições de 2022. Devido a sua cassação o TSE terá que realizar novas eleições para a vaga que em breve estará aberta. Esta nova eleição custará aos cofres públicos…
— Roberto Bertholdo (@rbertholdo) February 1, 2024