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A gestão do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, trouxe à tona preocupações significativas sobre o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), destacando possíveis brechas para a lavagem de dinheiro. Revelações apontam que o custo previsto do programa, inicialmente estimado em R$ 4,4 bilhões, disparou para declarados R$ 17 bilhões, com suspeitas de que o valor real pode alcançar R$ 30 bilhões devido a fraudes identificadas pela Receita Federal. Essa situação poderia levar a uma perda de arrecadação estatal de cerca de R$ 100 bilhões em cinco anos, caso o programa continue sem revisões.
O Perse, que visa a oferecer isenções fiscais ao setor de eventos como compensação pelas restrições da pandemia de Covid-19, é fortemente defendido por Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, como uma medida crítica para a recuperação de empregos no setor afetado. No entanto, a defesa do programa por Lira contrasta com as preocupações de Haddad sobre os riscos associados à sua implementação atual.
Neste cenário de alerta, Haddad discute a necessidade de encerrar o Perse em diálogos com aliados, enfatizando os riscos de continuidade do programa sem uma avaliação criteriosa de suas vulnerabilidades. O debate sobre o Perse ocorre em um momento de tensões crescentes entre o governo e o Congresso, especialmente após críticas contundentes de Lira ao governo federal, incluindo pedidos de mudanças na equipe de articulação política.
Com informações do DCM
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