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Na operação Tempus Veritatis deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira, investiga-se uma tentativa de golpe de Estado visando a permanência de Jair Bolsonaro no poder após a derrota nas urnas. Dentre os alvos da operação, está Valdemar Costa Neto, presidente do PL, preso em flagrante com uma arma não registrada. Bolsonaro também é investigado nesta ação que se estende por dez estados, focando na subversão do Estado Democrático de Direito para obter vantagens políticas.
A investigação revelou uma minuta golpista que sugeriu a prisão de figuras-chave da República, como os ministros do STF Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. A entrega desta minuta a Bolsonaro por Filipe Martins e Amauri Feres indica um planejamento detalhado da ação golpista, com Bolsonaro solicitando a retirada de alguns nomes do documento, mas mantendo outros, além de prever novas eleições.
A operação também mirou ex-assessores de Bolsonaro, incluindo Filipe Martins e Marcelo Câmara, além de ex-ministros como Braga Netto (Casa Civil), Anderson Torres (Justiça), Augusto Heleno (GSI), e Paulo Sérgio Nogueira (Defesa). Estes são acusados de contribuir para os planos golpistas, com a operação executando mandados de busca, prisão preventiva e medidas cautelares diversas.
As investigações identificaram esforços para disseminar falsas alegações de fraude eleitoral e organizar atos que ameaçavam a democracia, contando com a participação de militares da ativa e o financiamento do PL para promover narrativas de ataque às urnas. A operação Tempus Veritatis, que significa "a hora da verdade", visa desarticular esta organização criminosa e reafirmar o compromisso com a ordem democrática.
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Com informações do G1
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