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A Polícia Federal, em sua investigação sobre os esforços para um golpe de Estado liderado por apoiadores de Jair Bolsonaro, revelou que Marcelo Câmara e Mauro Cid, ambos ex-ajudantes de ordens do ex-presidente, mantinham comunicação sobre os movimentos do ministro Alexandre de Moraes, do STF, usando informações de uma "inteligência paralela". Câmara, que foi preso preventivamente, e Cid utilizavam o codinome "professora" para se referir a Moraes, conforme mostram mensagens interceptadas pela PF.
Nos dias anteriores ao Natal, Cid questionou Câmara sobre o paradeiro de "a professora", recebendo como resposta que Moraes estaria em São Paulo, com previsão de retorno para a cerimônia de posse no dia 31 à noite. Este monitoramento detalhado da agenda do ministro, incluindo seus deslocamentos aéreos e localizações, tinha como finalidade facilitar sua captura e detenção logo nas primeiras horas do golpe planejado.
A operação, autorizada por Moraes, destacou a existência de um "núcleo de inteligência" dedicado ao monitoramento de várias autoridades, incluindo o próprio ministro, apontando para uma vigilância meticulosa que sugere o uso de tecnologias avançadas e ilegais para o rastreamento. A PF enfatizou a gravidade das ações, indicando a preparação e o acesso a informações de forma privilegiada pelo grupo envolvido na tentativa de subversão democrática.
Com informações da Veja
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