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A Polícia Federal (PF) descobriu anotações manuscritas de teor claramente antidemocrático na agenda pessoal do general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional durante o governo de Jair Bolsonaro. Esta apreensão, realizada na residência de Heleno, faz parte da operação Tempus Veritatis, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com o intuito de desvendar os esquemas por trás da tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro do ano passado.
As anotações na agenda, que incluem planos para limitar as ações do ministro Moraes e potenciais medidas antidemocráticas, alinham-se a outros documentos subversivos já identificados pela PF, como a minuta de um decreto golpista encontrado entre os pertences de Bolsonaro.
Este fato reforça a percepção de que o golpismo era um tema recorrente nas discussões do núcleo duro do governo Bolsonaro, colocando em evidência não apenas a disposição para a ruptura institucional, mas também o desrespeito flagrante pelo Estado de Direito e pela democracia.
Esta apreensão sublinha a gravidade e a premeditação das ações que visavam desestabilizar as fundações democráticas do Brasil, revelando o nível de comprometimento de figuras de alto escalão do governo Bolsonaro com esses planos subversivos. A investigação, que segue sob a diligência do STF, promete trazer mais detalhes à tona, reafirmando o compromisso das autoridades judiciais com a preservação da ordem constitucional e democrática.
Com informações do jornal O Globo
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