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Investigações recentes desmentem a narrativa de um movimento espontâneo por trás dos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023, revelando uma organização meticulosa ligada diretamente ao ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados próximos.
Documentos, mensagens e provas obtidas pelo STF, PGR e PF apontam para a preparação antecipada dos eventos que buscaram desestabilizar a democracia brasileira. Uma decisão do ministro Alexandre de Moraes trouxe à luz conversas que evidenciam o envolvimento de figuras chave do entorno de Bolsonaro, incluindo a articulação financeira e logística para mobilizar manifestantes até Brasília.
Conforme reportado por Dimitrius Dantas e Marlen Couto no O Globo, a recente determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para realizar uma operação envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus colaboradores, revelou fortes evidências de planejamento antecipado. Investigação mostra que pessoas do círculo íntimo do ex-mandatário tinham conhecimento prévio e ofereceram suporte às ações planejadas.
Diálogos interceptados pela PF entre o major Rafael Martins de Oliveira, preso na operação, e o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, indicam o planejamento detalhado das manifestações, inclusive com a possível conivência das Forças Armadas em permitir a ação em locais estratégicos como o Congresso Nacional e o STF.
Este conjunto de evidências desmonta a versão de um protesto espontâneo, mostrando uma tentativa orquestrada de golpe de Estado.
Com informações do Brasil 247
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