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Silvinei Vasques, que comandou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) sob a gestão de Jair Bolsonaro, enfrenta um período conturbado. Detido desde agosto por supostamente utilizar blitz para obstruir o trânsito de eleitores tendenciosos ao PT nas eleições de 2022, Vasques experimentou outra derrota ao ser reprovado no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em novembro. Apesar de superar a etapa de múltipla escolha, o ex-diretor não obteve sucesso na fase discursiva do teste.
Durante sua prisão, Silvinei Vasques recebeu de Alexandre de Moraes, ministro do STF, a permissão especial para participar do exame da OAB, numa tentativa de conquistar o registro profissional como advogado. No entanto, o insucesso na prova discursiva impediu Vasques de avançar em sua carreira jurídica.
O contexto de sua prisão reflete a seriedade com que as autoridades tratam as acusações de manipulação do aparato estatal para interferência eleitoral. Moraes, ao decretar a prisão de Vasques, destacou o abuso de poder e a instrumentalização da PRF como mecanismos de influência no processo eleitoral, buscando favorecer o então presidente Bolsonaro e prejudicar a mobilidade de eleitores petistas.
Esse episódio sublinha não apenas as consequências legais enfrentadas por aqueles acusados de comprometer a integridade eleitoral, mas também os desafios pessoais e profissionais que se seguem à exposição de tais atos. A rejeição de Vasques pelo exame da OAB serve como mais um capítulo na saga das repercussões do período eleitoral conturbado de 2022.
Com informações do DCM
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