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O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrentou um período de grande ansiedade durante o Carnaval, temendo ser o próximo alvo após uma série de operações da Polícia Federal que incluíram a prisão do presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto. Segundo relatos, a preocupação de Bolsonaro com a possibilidade de prisão foi palpável, levando a consultas com aliados e juristas para avaliar a situação.
A intervenção de figuras como o ex-presidente Michel Temer e o ministro do STF Gilmar Mendes foi solicitada para mediar junto ao ministro Alexandre de Moraes, numa tentativa de aliviar a pressão sobre Bolsonaro. A libertação de Valdemar após dois dias de detenção trouxe algum alívio ao ex-presidente, que, em meio à crise, buscou reforçar sua imagem e convocar apoiadores para uma manifestação na Avenida Paulista.
A convocação para o ato, marcado para o dia 25 de fevereiro, foi uma estratégia de Bolsonaro para demonstrar força e união entre seus seguidores, apesar das acusações pendentes contra ele. No entanto, a adesão de lideranças da extrema-direita ao evento pareceu tímida, com poucas confirmações de participação.
A resistência de outros grupos, como os caminhoneiros, em se juntar à manifestação reflete o desafio de Bolsonaro em mobilizar amplamente seu base em um momento crítico. O cenário revela as dificuldades enfrentadas por Bolsonaro e seus aliados em meio a investigações e a crescente pressão jurídica e política.
Com informações do DCM
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