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Investigações da Polícia Federal revelam conexões entre o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, e o general Marco Antônio Freire Gomes, com trocas de mensagens que detalham um esquema de golpe para manter Bolsonaro no poder.
Utilizando o UNA, aplicativo do Exército, essas comunicações ocorreram por 31 dias, discutindo planos golpistas, incluindo a prisão do presidente do TSE, Alexandre de Moraes, e a exclusão de outras autoridades da lista golpista.
As revelações são parte da Operação Tempus Veritatis, que aponta para uma possível omissão dos comandantes militares frente às tentativas de golpe. Apesar de Freire Gomes ter evitado declarações públicas sobre sua participação ou conhecimento dos planos, informações indicam que ele teria buscado prevenir o golpe internamente, optando por não levar as questões ao STF para evitar uma crise institucional maior.
Com informações do Metrópoles
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