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A Polícia Federal desvendou uma rede de desinformação e ataques cibernéticos liderada por figuras ligadas a Jair Bolsonaro, com Braga Netto no centro das operações, mirando militares que se opunham a um golpe de Estado. Este esquema visava minar a credibilidade do processo eleitoral brasileiro, utilizando-se de fake news e informações fraudulentas sobre as urnas eletrônicas, algumas das quais adquiridas por meio de atividades de hackers.
General Tomás Paiva, um nome escolhido por Lula para liderar o Exército, tornou-se alvo dessas campanhas de difamação, com Braga Netto incitando ataques que buscavam manchar sua reputação e questionar sua integridade. Perfis bolsonaristas nas redes sociais foram mobilizados para espalhar esses ataques, com figuras como o youtuber Allan Frutuozo da Silva e o empresário Otávio Fakhoury participando ativamente dessa campanha de descredito.
A investigação apontou também para a ação do blogueiro Paulo Figueiredo Filho, que tentava persuadir militares a se alinharem ao plano golpista, disseminando informações enganosas alegadamente vindas de dentro das Forças Armadas. Além disso, revelou-se o uso de dados hackeados para lançar dúvidas sobre a contagem de votos, especialmente no Nordeste, no encerramento da votação.
Com informações do jornal O Globo
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