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A Polícia Federal, está expandindo seu escopo investigativo em torno de Jair Bolsonaro, desta vez focando nos R$ 17 milhões recebidos via Pix pelo ex-presidente. Este montante, doado por apoiadores no último ano, despertou suspeitas ao ser parcialmente transferido para contas pessoais de advogados de Bolsonaro, um movimento questionável visto que tais despesas jurídicas deveriam, em teoria, ser cobertas pelo Partido Liberal (PL).
A investigação revelou um complexo labirinto de transações que agora levanta a possibilidade de lavagem de dinheiro. O repasse de fundos para terceiros, com o potencial retorno desses valores ao círculo íntimo da família Bolsonaro, marca um novo capítulo de escrutínio legal contra o ex-mandatário. A Polícia Federal está meticulosamente mapeando o destino do dinheiro, numa tentativa de desvendar a verdadeira extensão das operações financeiras em questão.
Esta nova frente de investigação da PF é alimentada por um relatório do Coaf, que detalhou o recebimento de R$ 17,2 milhões por Bolsonaro por meio de Pix, de janeiro a julho de 2023. Curiosamente, uma parte significativa desses recursos foi inicialmente investida em fundos de renda fixa, antes de ser misteriosamente retirada da conta bancária de Bolsonaro, gerenciada pelo tenente-coronel do Exército Mauro Cesar Cid.
Com informações do DCM
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