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A Polícia Federal, destacou o papel de um assessor da deputada Carla Zambelli (PL-SP) na disseminação de informações falsas sobre as urnas eletrônicas pós-derrota de Jair Bolsonaro. Essa manobra visava criar um cenário propício para um golpe de Estado, abalando a confiança no processo eleitoral brasileiro. Essas descobertas são parte da Operação Tempus Veritatis, uma diligência iniciada para desvendar os esquemas golpistas orquestrados pelo ex-presidente e seus aliados.
O ato de questionar a integridade das urnas e, por extensão, do sistema eleitoral, emerge como uma estratégia calculada para questionar os resultados eleitorais. A implicação de um assessor próximo de Zambelli nesse esquema sublinha a tentativa coordenada de subverter a democracia, utilizando a desinformação como ferramenta para corroer as bases da ordem democrática estabelecida.
Essa frente de investigação sublinha a gravidade das tentativas de golpe, onde a desinformação foi empregada não apenas como uma ferramenta de contestação, mas como um meio de fomentar a desordem civil e desacreditar instituições. A Operação Tempus Veritatis revela a profundidade e a amplitude das articulações contra o estado democrático, destacando a necessidade de vigilância constante contra ameaças internas à democracia.
A ação da Polícia Federal, é um lembrete do compromisso do judiciário em proteger a democracia brasileira. Por meio de investigações meticulosas e o seguimento do rastro digital, a PF não apenas preservará a integridade eleitoral, mas também enviar uma mensagem clara de que ataques contra o sistema democrático não ficarão impunes.
Com informações do portal Uol
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