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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) prepara-se para uma sessão crucial onde a conduta de 19 juízes brasileiros será meticulosamente examinada. Entre os casos mais notórios está o da juíza Gabriela Hardt, conhecida por sua atuação na Operação Lava Jato, que agora enfrenta questionamentos sobre sua gestão das advertências relacionadas às ações de Sergio Moro. Este evento marca um momento decisivo na justiça brasileira, refletindo a importância da integridade e da responsabilidade no judiciário.
A pauta da sessão inclui desde alegações de venda de sentenças até envolvimentos em atividades político-partidárias, abrangendo desembargadores tanto do Rio de Janeiro quanto da Bahia. As acusações contra eles vão desde recebimento de propinas milionárias até participação em esquemas de corrupção, colocando em cheque a imparcialidade esperada de suas posições.
Gabriela Hardt, é acusada de negligenciar sérias denúncias apresentadas por Tony Garcia, que apontavam para ilegalidades perpetradas por Sergio Moro. Este caso destaca o desafio contínuo de manter a ética e a justiça no sistema judiciário brasileiro, especialmente em processos de alto perfil como a Lava Jato.
Além desses, o desembargador Mário Helton Jorge chamou atenção por comentários considerados xenófobos, evidenciando não só desvios de conduta relacionados à corrupção, mas também à discriminação. Essas questões sublinham a necessidade urgente de uma revisão das práticas e da cultura no judiciário.
Com informações do UOL
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