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A revelação do envolvimento de Bruno Eustáquio, diretor de Relações Institucionais da Eletrobrás, em uma reunião golpista liderada por Jair Bolsonaro em julho de 2022, joga luz sobre o autoritarismo nas estruturas de poder das empresas estatais brasileiras. Eustáquio, então secretário-executivo do Ministério da Infraestrutura, marca sua presença em um encontro que visava subverter a democracia brasileira, antecipando a derrota eleitoral de Bolsonaro.
A repercussão dessa participação entre os servidores da Eletrobrás e aliados do atual governo Lula é de indignação e demanda urgente por justiça. Alencar Santana, vice-líder do governo na Câmara e membro do PT, argumenta que indivíduos ligados a tentativas de golpe não têm espaço em posições estratégicas dentro do país, apontando para a necessidade imediata da remoção de Eustáquio de seu cargo na Eletrobrás, agora privatizada sob circunstâncias controversas durante a gestão de Bolsonaro.
Este episódio destaca a tentativa desesperada e contínua de Bolsonaro e seus apoiadores de minar as fundações da democracia brasileira, mesmo quando confrontados com a vontade popular expressa nas urnas. A insistência de Alencar Santana na saída de Eustáquio reflete o compromisso do governo Lula em purgar as instituições nacionais de influências antidemocráticas e restaurar a integridade das empresas estatais.
A atuação de Eustáquio na reunião golpista não apenas viola os princípios democráticos, mas também coloca em questão a legitimidade da privatização da Eletrobrás, realizada sob a administração Bolsonaro. Esse incidente reforça a urgência de uma revisão criteriosa e transparente das privatizações conduzidas por um governo cujos membros ativamente buscaram desestabilizar o processo democrático.
Com informações da revista Veja
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