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A Polícia Federal convocou Jair Bolsonaro e um grupo significativo de suas autoridades mais próximas para prestar depoimento sobre suas ações e o envolvimento em atividades golpistas. Entre os convocados estão figuras centrais do governo anterior, como Valdemar Costa Neto, líder do PL, e ex-ministros influentes como Anderson Torres, Augusto Heleno, e Walter Braga Netto, evidenciando a seriedade com que as instituições brasileiras estão abordando a questão do golpismo.
O depoimento coletivo, agendado para esta quinta-feira em Brasília, faz parte da Operação Tempus Veritatis, um esforço concentrado para trazer à luz a verdade sobre os eventos que visavam desestabilizar a ordem democrática do Brasil. A inclusão de nomes como Paulo Sérgio Nogueira e Almir Garnier, além de outros importantes membros do círculo de Bolsonaro, reforça o compromisso das autoridades em responsabilizar aqueles que ameaçaram a democracia.
Curiosamente, Bolsonaro, cujo mandato foi marcado por controvérsias, optou pelo silêncio durante seu depoimento, uma estratégia comunicada por seu advogado, Daniel Tesser. Essa decisão, apesar de legal, levanta questões sobre a transparência e a vontade de esclarecer os fatos por parte do ex-presidente e seus aliados. A recusa em falar, segundo Tesser, deve-se à falta de acesso ao material completo da investigação, um argumento que suscita debates sobre os direitos de defesa e a busca pela verdade.
Com informações do Brasil247
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