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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, apontou que a Lava Jato, operação que abalou o cenário político brasileiro, teve suas ações influenciadas por agências internacionais, especialmente dos Estados Unidos, sem a devida autorização do Ministério da Justiça brasileiro. Em entrevista ao Brazil Journal, Gilmar Mendes denunciou a troca informal de informações entre os procuradores da Lava Jato e o governo americano, uma prática que desviou dos canais oficiais de cooperação internacional, comprometendo a soberania nacional.
O ministro ressaltou a importância de investigar mais profundamente essas conexões, criticando a falha dos órgãos de corregedoria e justiça brasileiros em fiscalizar e coibir tais ações. Mendes relembrou casos anteriores de operações conduzidas com conlúio entre juízes, promotores e delegados, destacando um padrão de comportamento que culminou na operação Lava Jato. Essa operação, segundo ele, ganhou força e competência universal, possivelmente influenciada por interesses estrangeiros, especialmente americanos, em um cenário onde já se observava uma poderosa instalação de varas de lavagem de dinheiro no país.
Gilmar Mendes concluiu suas observações criticando a coordenação desastrosa entre a Lava Jato e os órgãos americanos, chamando atenção para a necessidade urgente de revisão e correção dessas práticas para proteger a integridade do sistema jurídico brasileiro e a soberania do país. A fala do ministro traz à tona questões fundamentais sobre influências externas nas operações jurídicas e políticas do Brasil, exigindo reflexão e ações concretas para garantir a justiça e a autonomia nacional nas decisões judiciais.
Com informações do Brasil 247
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