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Daniel Alves, ex-jogador de clubes como Barcelona e São Paulo, foi condenado a 4 anos e meio de prisão por agressão sexual a uma mulher na Espanha, conforme decisão antecipada do Tribunal Superior de Justiça da Catalunha. A sentença, esperada inicialmente para 7 de março, foi anunciada pela juíza Isabel Delgado, permitindo ainda recurso à defesa do atleta tanto na corte atual quanto no Supremo Tribunal da Espanha.
O tribunal comprovou que a vítima não consentiu com o ato, baseando-se em provas e no testemunho da denunciante, que detalhou como Alves a agrediu sexualmente em uma casa noturna em Barcelona, em dezembro de 2022. Além da prisão, Alves será submetido a cinco anos de liberdade vigiada e proibido de aproximar-se da vítima por nove anos.
A acusação, liderada pela advogada Ester García, inicialmente requereu a pena máxima de 12 anos para crimes de estupro na Espanha, enquanto o Ministério Público manteve seu pedido de nove anos de reclusão, além de uma indenização de 150 mil euros.
Durante o julgamento, que teve início em 5 de fevereiro e durou três dias, a vítima relatou detalhes do abuso em um depoimento emocionante. Daniel Alves, por sua vez, reconheceu o excesso no consumo de álcool naquela noite, mas negou as acusações de abuso.
Esta condenação não é apenas um marco na trajetória pessoal e profissional de Alves, mas também ressalta a importância da justiça e do respeito às vítimas de abuso sexual. A possibilidade de recurso ainda está aberta, e a defesa do jogador já sinalizou que buscará a absolvição ou a aplicação de atenuantes.
O caso de Daniel Alves sublinha a necessidade de conscientização e medidas mais rigorosas contra a violência sexual, reforçando o papel crucial dos sistemas judiciários na proteção das vítimas e na punição dos agressores.
Com informações do Brasil 247
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