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Rafaela Triestman, uma brasileira de 20 anos, gerou controvérsia ao alegar, em vídeo ao lado do chanceler israelense Israel Katz, que o Brasil não prestou auxílio às vítimas dos ataques de 7 de outubro em Israel, perpetrados por militantes do Hamas. A afirmação foi desmentida por uma investigação detalhada, que evidenciou a resposta pronta e abrangente do Itamaraty aos eventos, contrariando as declarações de Triestman.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil tomou várias medidas imediatas para auxiliar os brasileiros afetados, incluindo a disponibilização de um formulário eletrônico para facilitar a comunicação, a verificação da situação dos brasileiros através de órgãos governamentais israelenses e a INTERPOL, e o apoio direto a familiares de vítimas brasileiras. Notavelmente, a Embaixada do Brasil em Tel Aviv esteve ativamente envolvida em prestar assistência e representação em funerais de cidadãos brasileiros vitimados pelos ataques.
A investigação também revelou que Rafaela Triestman não registrou nenhum pedido de apoio à Embaixada, além de uma consulta sobre indenizações pelo governo israelense. Enquanto isso, o Brasil conduziu operações de repatriação, beneficiando 1.560 brasileiros e familiares que estavam em Israel ou na Palestina e expressaram desejo de deixar a região, demonstrando o comprometimento do governo brasileiro em garantir a segurança de seus cidadãos no exterior.
Veja o vídeo, cujas informações já foram desmentidas pelo Itamaraty:
A brasileira Rafaela Triestman estava no festival de música Nova quando terroristas do Hamas atacaram Israel, em 7 de outubro.
— ????? ?”? Israel Katz (@Israel_katz) February 21, 2024
Rafaela sobreviveu, mas seu namorado Ranani Glazer foi brutalmente assassinado por terroristas do Hamas, juntamente com vários dos seus amigos.… pic.twitter.com/pbUIYbO5hk