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Na última quinta-feira, a Polícia Federal avançou significativamente na investigação sobre o plano de golpe de Estado, liderado por Jair Bolsonaro e seus cúmplices, que incluem ex-ministros e militares. As revelações, obtidas após minuciosas oitivas de 23 indivíduos envolvidos, destacam a profundidade da trama contra a democracia brasileira, enfatizando a robustez das provas já coletadas pela PF, que apontam para uma tentativa desesperada de subverter a ordem constitucional do país.
A investigação, até então parcialmente baseada nas delações do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, alcançou um novo patamar. A defesa de Cid, ansiosa por benefícios, propõe fornecer ainda mais detalhes sobre o esquema golpista, incluindo a controversa comercialização de joias sauditas, desviadas do patrimônio presidencial. Este ato desesperado reflete a tentativa de escapar das consequências legais de seus atos, enquanto expõe ainda mais a teia de corrupção que envolve o ex-presidente e seus aliados.
A posição da PF, ao avançar com a investigação sem mais depender das informações de Cid, demonstra a solidez das evidências contra os arquitetos desta conspiração antidemocrática. Contudo, apesar do progresso, os investigadores ressaltam que continuam compilando os elementos necessários para formalizar acusações, indicando a complexidade e a gravidade das ações em análise.
Com informações do Metrópoles
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