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Silas Malafaia, pastor e apoiador de Jair Bolsonaro, manifestou descontentamento com a postura dos governadores Ronaldo Caiado (União) de Goiás, Jorginho Mello (PL) de Santa Catarina, e Romeu Zema (Novo) de Minas Gerais, por se afastarem durante seu discurso em um ato pró-Bolsonaro na Avenida Paulista. Malafaia, conhecido por sua retórica alucinada e descontrolada, criticou os governadores por não apoiarem abertamente suas declarações contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e o ministro Alexandre de Moraes, chamando-os de "frouxos" e "covardes".
O pastor elogiou o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas, por sua suposta solidariedade, embora fontes próximas a Tarcisio tenham sugerido que o governador se sentiu desconfortável com as falas de Malafaia. Essa tensão evidencia a divisão entre os apoiadores de Bolsonaro e destaca as diferentes reações às críticas direcionadas ao STF e a Moraes.
Malafaia, por sua vez, negou ter atacado diretamente o STF ou o ministro Moraes, alegando que apenas expôs "fatos" e desafiou críticos a provarem onde teria mentido. Ele insistiu que não fez acusações diretas de ditadura ou chamou por impeachment ou prisão do ministro, apesar do tom agressivo de suas declarações.
Essa controvérsia sublinha as complexidades das relações políticas no Brasil, especialmente entre os apoiadores de Bolsonaro e as instituições democráticas, como o STF. A reação de Malafaia ao afastamento dos governadores e sua defesa de suas declarações colocam em perspectiva os desafios enfrentados por figuras públicas em equilibrar retórica política e responsabilidade legal.
Com informações do Brasil 247
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