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Por Marcelo Auler, em seu blog – Em uma decisão inusitada no mundo diplomático, dez relatores especializados do Conselho de Defesa dos Direitos Humanos da ONU, em Genebra, tornaram público pelo próprio site da instituição informações críticas à intervenção militar/federal do Rio, batendo duro na forma como se tenta combater a violência no estado. “Segurança pública não deve jamais ser feita à custa de direitos humanos”, afirmaram cobrando do governo posições e apuração do atentado que matou a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, visto por eles como “alarmante, já que tem o objetivo de intimidar todos aqueles que lutam por direitos humanos e pelo Estado de Direito no Brasil”.
Estes especialistas pediram publicamente “às autoridades brasileiras que usem este momento trágico para revisar suas escolhas em promoção de segurança pública e, em particular, para intensificar substancialmente a proteção de defensores de direitos humanos no país”.
O foco do trabalho destes especialistas independentes foi a execução, há 13 dias (14 de março), da vereadora do PSOL Marielle Franco, de 38 anos, e do motorista Anderson Pedro Gomes, 39. Ela foi atingida por quatro tiros na cabeça e o motorista por três tiros nas costas. Uma assessora sofreu ferimentos leves.

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