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Os vários "parênteses" que Gilmar Mendes fez durante o julgamento do Habeas Corpus preventivo de Lula fizeram com o ministro do Supremo Tribunal Federal tivesse a mesma performance de uma metralhadora. Foram tiros para todos os lados: contra a "mídia opressora", contra as "balelas" ditas pela força-tarefa da Lava Jato para manipular as massas, contra "estamentos" do Judiciário e do Ministério Público que foram "empoderados" na esteira da operação na Petrobras. Sobrou até para o PT, acusado de ter sido o responsável por gestar o clima de intolerância atual no País.
MÍDIA CHANTAGISTA
"(...) não me lembro de uma mídia tão opressora, até de certa forma chantagista", retomou o ministro, citando reportagens publicadas nas últimas semanas para emparedar os ministros do Supremo. Uma delas citava a quantidade de "feriados" que a Suprema Corte tem num ano.
"Essa mídia opressora fez outro festival no Jornal Nacional, querendo provar minha incoerência [em relação à prisão em segunda instância]. Não tem incoerência, só responsabilidade institucional com o País", justificou Gilmar.
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