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Um relatório alarmante das agências humanitárias da ONU, divulgado nesta quarta-feira (15), revela a grave crise humanitária na Faixa de Gaza. Segundo o documento, até o final do dia, cerca de 70% dos 2,2 milhões de habitantes da região estarão sem acesso à água potável, evidenciando uma situação de carnificina.
A Agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA) informou que recebeu apenas 23.000 litros de combustível para a Faixa de Gaza sitiada, com restrições severas impostas pelas autoridades israelenses. Israel justifica a limitação do uso de combustível alegando que poderia beneficiar o Hamas, mas essa medida restringe severamente a ajuda humanitária necessária para a população civil.
O relatório da UNRWA destaca a gravidade da situação, onde o combustível, essencial para operações humanitárias, incluindo instalações médicas e de água, é usado como arma de guerra. A falta de combustível paralisa as atividades da UNRWA e prejudica gravemente a assistência às comunidades palestinas em Gaza.
Serviços essenciais, como usinas de dessalinização de água, tratamento de esgoto e hospitais, estão paralisados. A ONU faz um apelo urgente às autoridades israelenses para que autorizem a entrega imediata da quantidade necessária de combustível, conforme exigido pelo direito humanitário internacional.
O chefe da Operação Humanitária da ONU, Martin Griffiths, descreveu a situação em Gaza como uma "carnificina que atinge novos níveis de horror a cada dia", com hospitais sendo atacados e uma população inteira sendo privada dos meios básicos de sobrevivência. Ele enfatiza a necessidade urgente de um cessar-fogo humanitário e o respeito à lei humanitária internacional.
*Com informações do Brasil 247
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