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A tensão política em Israel atingiu um novo patamar neste sábado (1), quando dois ministros de extrema-direita ameaçaram abandonar o governo de Benjamin Netanyahu caso ele aceite um cessar-fogo com o Hamas em Gaza. A ameaça surge em meio a esforços de mediação internacional por parte dos EUA, Catar e Egito para pôr fim às ofensivas e garantir a libertação de reféns.
Itamar Ben-Gvir, ministro da Segurança Interna, e Bezalel Smotrich, ministro das Finanças, expressaram publicamente sua oposição a qualquer acordo que não inclua a destruição completa do Hamas. Ben-Gvir declarou: “Concordar com esse acordo é uma derrota absoluta. Se Netanyahu implementar isso, Otzma Yehudit deixará o governo”.
Smotrich também foi enfático: “Não farei parte de um governo que aceite um cessar-fogo sem destruir o Hamas e devolver todos os raptados”.
A eventual perda do apoio desses ministros pode levar ao colapso do governo Netanyahu, cuja coalizão depende desses aliados para manter a maioria parlamentar. Apesar das ameaças, Netanyahu continua determinado a seguir com as operações militares contra o Hamas, recusando-se a aceitar um cessar-fogo.
O presidente dos EUA, Joe Biden, manifestou apoio a um “acordo abrangente” que incluiria a retirada das tropas israelenses da Faixa de Gaza por seis semanas e a libertação de todos os reféns, com a possibilidade de evoluir para um cessar-fogo permanente se os termos forem respeitados.
Com informações do Metrópoles
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